Não chama que eu posso aparecer

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Ninguém poderia imaginar que ao nos enviarem um convite de casamento, pudéssemos estar presentes no evento. Digo isso, porque para nós, foi uma conhecidência boa (já que estaríamos no Brasil nessa época), para a família, uma surpresa misturada com susto. E mantendo segredo até o dia do casamento, aparecemos na total surpresa para grande parte da família.

Não preciso nem falar no que deu né! Muitas caras de susto, surpresas e risadas. E casamento é sempre casamento, seja lá, como e onde for. Muita comida, diversão, micos, risadas, fotos, fotos e mais fotos no meu caso, choro e emoção. Afinal, depois da cerimônia todo mundo quer mesmo é se divertir.

E conosco não foi diferente e enquanto aguardávamos a retrospectiva do Pequeno e da Quezia começarem, que tal uma sessão besteirol de fotos e carecas para a máquina?

ninguém se entendia, quando um mandava fazer careta os outros riam e vice-versa

Tudo bem que preciso treinar mais com a Evelyn para superar esses meninos…

alguém tem dúvida que são da mesma família?

De qualquer forma a diversão foi garantida e mais um bom momento foi dividido e aproveitado ao máximo.

Santuário Nossa Senhora Aparecida

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Localizado na cidade de Aparecida do Norte a 168 km da capital paulista, o santuário de Nossa Senhora Aparecida é a atração principal da cidade símbolo da fé católica no país.

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A história começou em 1717, quando três pescadores que sofriam um longo tempo sem pescas na região, “pescaram” primeiro o corpo e depois a cabeça de uma imagem que se encaixava, no rio Paraíba do Sul (rio que corta a região). E após, jogarem novamente a rede no local, a quantidade de peixes pescados, podia derrubar o barco.

Em forma de agradecimento, e reconhecendo o milagre, levaram a imagem para a casa e a colocaram em um pequeno altar, onde rezavam todos os dias para a mesma. A partir daí, a história foi se espalhando pela região e novos devotos surgiram. Com o passar dos anos, a fé, novos milagres e os devotos, construíram o santuário e multiplicaram a fé pela santa que pode ser vista hoje. 22

a história representada no santuário

sala das promessas

E como forma de agradecimento, por tudo o que temos só me resta agradecer. Afinal, acredito que só a paz interior, não tem preço. E independente de qual religião, crença, credo ou seita que cada um siga quem tem DEUS no coração tem tudo!!!!!!!!!!!

Pizza de picanha

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Que São Paulo é a terra da pizza, acredito que ninguém duvide se duvidar é porque com certeza não conhece as pizzarias paulistanas. E embora, não possa falar de autoria própria que supere até as pizzas italianas, conheço muita, mas muita gente, inclusive italianos que admitem o mesmo.

Talvez, seja por isso, e por ser uma das cidades onde mais se consomem pizzas anualmente, que as pizzarias, inovam e se diferenciam perante a concorrência e procura dos famosos discos redondos.

Eu, como fã assídua que sou, assim como todos, tenho as minhas preferidas, e dentre todas, a de palmito e portuguesa continuam na liderança. E embora, aqui seja possível matar o desejo de pizzas, não existe nenhum lugar que eu conheça que faça esses sabores. Por isso, meu desejo e “lombrigas” por pizza de palmito estavam aguçados e comentando com a Carol e o Douglas, sobre isso, eles nos convidaram para irmos a uma pizzaria que eles conheceram e nos apresentar assim, a pizza de picanha também.

Hã? Pizza do quê? Picanha!

Embora, já tenha visto de tudo em pizza, assim, como aqui os pimentões estão para as pizzas e os queijos para as nossas no Brasil, nunca havia visto picanha em pizza. E se propaganda é a alma do negócio, vamos experimentar.

A cantina – o Comilão, localizada no famoso bairro de gastronomia italiana em São Paulo (Bexiga), foi o local escolhido e recomendado.

E quando a famosa pizza chegou à mesa, confesso que já havia sido aprovada só na aparência e cheiro. A pizza é realmente dos deuses, com massa fina bem recheada e que não estufa na barriga. Adorei!!!!!!!!!

Douglas: o garoto propaganda

pizza de banana

o Carlinhos que o diga… olha a fome

E pizza + reunião de amigos+ comemoração de aniversário (Fabi, cunhada da Carol) + diversão + barriga cheia + lombrigas saciadas = quero mais.

PS: vou cobrar da próxima vez outra pizza de picanha, hein!

A primeira semana

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Se o primeiro dia já foi bom demais, o que dizer da minha semana.

O segundo dia começou pegando uma baixinha (que cresce a cada dia e logo, logo me passa), muito especial para mim – as coxas.  Tendo como cúmplice sua mãe – a Cláudia, cheguei a casa dela no suposto horário que ela esperava que a mãe fosse almoçar e assim que ela abriu a porta e me viu o lindo rostinho dela de susto e não acreditando no que estava vendo foi demais!!!!

O agarrão e abraço que recebi não têm como descrever, principalmente, vindo de um sentimento tão verdadeiro e lindo que é uma criança. Receber tudo isso e saber que mesmo longe existem pessoas que te amam e tem carinho por você é bom de mais da conta. Não há nesse mundo energia mais positiva que essas.

E sem esquecer, a encomenda especial que ela pede (chocolates de hipopótamos, que ainda não existe no Brasil), a alegria ficou completa.

Foi tanto carinho que os avôs D. Neusa e Sr. Caruzo, gentilmente largaram o almoço que já estava preparado em casa e nos levaram para uma churrascaria. Isso mesmo já estava em uma churrascaria, no segundo almoço, preciso dizer o porquê minha anaconda nervosa cresceu? Matei várias outras vontades.

Infelizmente, por problemas não previstos que ocorreram nos dias posteriores, não consegui cumprir minha promessa de levar as “minhas coxas” no cinema dessa vez, tampouco de vê-la novamente. Mas, espero que a próxima visita ao Brasil não demore muito a acontecer para suprir em dobro o tempo que quero ficar perto dessa baixinha mais que querida.

Depois, teve aniversário do tio Luís (pai de uma grande amiga nossa – a Nati), barzinho com os amigos, com direito a diversão garantida e cerveja 2×1 (beba duas e pague uma).

a minha cerveja foi essa, já que não bebo.

Idas a 25 de Março, compras e mais compras, resoluções de problemas, assuntos pendentes, dentista, médicos…

Alguém viu a primeira semana? Nem eu.