Rodízio grego

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Como todos sabem, voltei do Brasil a cerca de um mês e junto comigo, além do marido, veio a minha anaconda nervosa (apelido “carinhosamente” dado por ele, já que sou boa de garfo, quando quero). E por contar com a ajuda da natureza herdada de mamãe, dificilmente, não trocaria o guarda-roupa mensalmente. (kkkk)

Então, aproveitando o começo de mais um fim de semana, fomos hoje, ao My Big Fat Greek, que é um restaurante grego e foi super recomendado pelo meu cabeleireiro.

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Como ficamos em dúvida do que pedir escolhemos rodízio para duas pessoas que vêm, um pouquinho dos principais pratos da culinária grega.

De entrada, hummus, beterraba, tabule, queijo, kibe, pão, além de alguns molhos. O que já foram suficientes para perceber que havíamos feito a escolha certa.

Posteriormente, camarões, lulas (poderíamos ter ficado sem) e um bolinho de peixe que sinceramente, não fez muito meu paladar. Exceto isso, o rodízio continuou… e com o restaurante lotado, encontramos o André (meu cabeleireiro)  que acabou sentando na nossa mesa.

Posterior, um mix de salada para não colocar defeito e espetos de carne e frango.

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Por fim, minha fome estava mais do que saciada, a um precinho camarada, a ponto de não agüentar pedirmos sobremesa.

Resumão

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Antes de escrever os posts individualmente, achei melhor atualizar os leitores fiéis deste blog, com um baita resumo de tudo o que aprontei nestes últimos dois meses.

Assim, fico mais a vontade para escrever, sem pressa ou stress sobre eu mesma.

Por isso, voltando em 2010…

O Natal foi comemorado em casa, com nossos amigos que conosco vivem, e meus dotes culinários, me surpreenderam… Sem contar, meu desempenho jogando boliche no Wii. Afinal, no Karaokê, tirando os risos e gargalhadas, virei uma forte concorrente da Lady Gaga.

Nesta mesma semana, algumas visitas ao parque de natal no Hyde Park (Winter Wonderland). E para fechar o ano com chave de ouro, não poderia faltar à virada de ano em frente à London Eye.

E assim 2010 se despediu… No entanto, deixou-nos uma “confirmação” surpresa que visitar o Brasil em Janeiro seria possível.

Porém, como já dizia o ditado: “quando a esmola é demais o santo desconfia”, os perrengues surgiram. E para começar, a chefe, enchendo a paciência e o saco para liberar minhas férias… foram semanas e mais semanas de puro stress, irritação, passando por todas as provocações possíveis e escalas de trabalho no natal e ano-novo. Depois, os comentários sórdidos dos invejosos, do tipo: “Vocês vão para o Brasil? Mas, nem chegaram? Tem gente aqui há anos e nunca voltou para visitar?” Haja paciência!

Contudo, como tudo o que desejam para mim, desejo três vezes em dobro, o universo se encarrega e o tempo mostra…

Com isso, o ano de 2011 inicia-se com a corda toda. E por que não, assistir ao Cirque du Soleil, com o espetáculo TOTEM aqui em Londres, antes de ir ao Brasil?

Afinal, o malabarismo continuou na surpresa e susto que queríamos pregar em toda a família com a nossa ida. Fato este, que só foi possível com a ajudinha amiga do nosso casal querido Carol e Douglas.

A partir daí, nem preciso contar a alegria e emoção que foi ao rever a família, amigos, conhecidos… Claro, que como tudo o que é bom, dura pouco, imaginem quando descobrimos uma cirurgiã que precisa ser feita de emergência?

Graças a Deus, o susto passou e agora é recuperação, por isso, algumas pessoas queridas ficaram para a próxima visita e as atenções não foram 100% como gostaríamos aqueles que vimos.

Mesmo assim, só posso dizer que aproveitamos ao máximo tudo isso. E todo este tempo, foi suficiente para repor as energias, carregar as baterias, amenizar a saudade.

Sem falar, de todos os lugares que fomos e a minha “anaconda nervosa” que devorou tudo o que via pela frente. Afinal, terra como o Brasil duvido que exista em algum lugar.

Depois, veio a ginástica e a academia de um ano que fiz, para chegar a Londres novamente sozinha com duas malas de 32 kg, uma bolsa e uma mochila. Só de lembrar, já começo a rir sozinha. Já que o maridão só retornou dez dias depois, devido o pós-operatório.

Neste tempo, volta ao trabalho, à rotina, jantar com a empresa, compras e mais compras… (kkkkkk) É melhor pular essa parte.

E claro, que a encheção da chefita voltou, até ela ser premiada novamente com a minha segunda bonificação na loja pelo atendimento. Já que se eu ganho (X) ela ganha (5X) o meu valor. Que mundo cruel! E assim, a inveja da oposição permanece (preciso de um galho de arruda urgente)!

Tirando isso, o marido voltou e a peça: O Fantasma da Ópera foi parte do nosso Valentine’s Day (Dia dos Namorados). Sem contar, o jantar com os amigos brazucas a la feijoada com coalhada de maracujá (que doce era aquele!!!).

E assim, 2011 está sendo construído com novas metas, objetivos e desafios. E por que não uma viagem a caminho? Para onde? Que tal o jogo da adivinhação?

Fica na Europa, e está a oito horas de Londres. Só não vou dizer o meio de transporte ainda, se não fica fácil.

Bom, por enquanto é isso. E as aventuras continuam…

Feijoada a la brazuca

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Este sábado foi mais do que agitado…

Após sairmos do teatro, nada melhor do que encontrar os amigos e dividir uma feijoada com direito a uma deliciosa sobremesa italiana no final – coalhada de maracujá.

Tudo regado a muitas risadas, bate-papo, gargalhadas e diversão. Afinal, quando brasileiros se reúnem existe outra coisa a ser feita?

O Fantasma da Ópera – The Phantom of the Opera

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Existe presente melhor para um Valentine’s Day (Dia dos Namorados), do que reencontrar o marido após dez dias longe? Acredito que não. E embora o dia tenha calhado com o retorno da viagem, nossa comemoração embora adiada, não foi esquecida.

Por isso, para comemorarmos nosso primeiro dia dos namorados europeu, o musical The Phantom of the Opera (O fantasma da Ópera), foi escolhido. E embora, nós dois já o tenhamos visto anteriormente, no Brasil, assistir na língua de origem é sempre diferente e emocionante.

Embora, tenha deixado a desejar em minha opinião, no espaço físico do teatro, uma vez que se fosse maior como era o teatro Abril em São Paulo, onde a peça esteve em cartaz, provavelmente, as cenas seriam mais impactantes na visão do público. Como por exemplo, a cena da queda do lustre no início.

Contudo, uma peça fascinante que vale a pena assistir, assim, como o filme e pelo o que dizem sua continuação também, que originou a peça Lover Never Dies. Peça esta, da qual, ainda não posso opinar porque não assisti, mas espero ver em breve. A fim de descobrir, se o final muda ou o fantasma permanece sozinho contrariando todas as histórias de amor que existem em filmes e teatros.

Para saber sobre a história da peça, clique aqui.

Já para mais informações sobre a peça em cartaz no Her Majesty’s Theatre, em Londres, clique aqui.