Contagem para as Olimpíadas

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Infelizmente, os ingressos estão esgotados!

Vacilamos, perdemos e agora, só nos resta torcer. Torcer, para abrirem novamente as inscrições pela disputa dos ingressos daqueles que foram sorteados, mas, por algum motivo não poderão comparecer nos dias e horários em que ganharam.

Entretanto, o fato de estar presenciando tudo isso, toda a transformação que tal evento vem proporcionando a cidade já é uma grande vantagem.

Na Trafalgar Square, por exemplo, desde que começou a contagem regressiva de um ano para a abertura, encontra-se o relógio oficial das Olimpíadas de um lado e do outro lado, a contagem para as Paraolimpíadas.

relógio para as Olimpíadas – dia 31 Agosto

relógio para as Paraolimpíadas – dia 23 Julho

Agora, só nos resta cruzar os dedos e quem sabe adquirir algum ingresso? Dia 6 de Setembro começam as inscrições para os ingressos paraolímpicos.

Mamma Mia – O Musical

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Pensem em um quarteto sueco formado na década de 70 que é reconhecido até hoje por suas músicas, sua maneira irreverente de se vestirem e que serviu de inspiração para uma peça musical e um filme?

Ahhhhhh… se a resposta foi ABBA, você provavelmente já dançou ao som de “Mamma Mia”, “Chiquitita”, “Fernando”, “Dancing Queen”, entre tantos outros sucessos do grupo.

Sucessos estes, que os evidenciaram por mais de uma década, no topo das paradas em vários países.

Embora, isto, não tenha sido relevante, para que anos mais tarde o grupo decidisse pausar a carreira. Fato no qual muitos decretaram ser o fim, já que a iniciativa de voltarem nunca foi retomada.

Nem, após o lançamento na década de 90 dois álbus de coletânias (92 – 93), e alavancando o número de cópias vendidas mundialmente, para mais de 300 milhões até a virada do milênio foi suficiente.

No entanto, o que está lançado e gravado ninguém apaga, e em 1999 sua discografia foi adaptada dando origem ao musical Mamma Mia! em Londres.

Como não poderia ser diferente, quando o assunto é ABBA, o sucesso foi imediato e readaptado para dezenas de países, no qual até hoje, muitos permanecem com o musical em cartaz.

Pensando nisso e agregando a presença da minha irmã e cunhado, juntou o útel ao agradável, a nossa vontade de assistir.

O musical Mamma Mia conta a história da jovem Sophie, uma garota de 20 anos prestes a se casar, que mora com a mãe Donna, dona de um hotel em uma ilha na Grécia, mas não conhece seu pai.

Após Sophie achar o diário da mãe, ela descobre que Donna num período curto de meses antes de seu nascimento, se relacionou com três homens diferentes (Sam Carmichael, Bill Andersson e Harry Bright), e tem nisso, a esperança que algum deles seja seu pai.

Com isso, ela decidi convidá-los para o seu casamento, sem que ninguém saiba. A fim de descobrir qual deles é seu verdadeiro pai, que nem Donna sabe ao certo. E assim, realizar seu desejo de ser conduzida pelo pai ao altar no dia de seu casamento.

Desde sua estréia, o musical já foi assistido por mais de 50 milhões de pessoas em todo o mundo e teve um faturamento superior a 2 bilhões de dólares. Tornando-se assim, a peça musical mais sucedida de todos os tempos.

Anos mais tarde, em 2008, Mamma Mia! estreiou nas telas de cinema e arrecadou mais de 600 milhões de dólares, consagrando-o como a terceira maior bilheteria musical da história.

Ah, antes que alguém me pergunte o que eu achei do musical, a resposta é simples.  Mamma Mia honra todos os comentários e elogios que li e escutei. Super dinâmico, alegre e envolvente, a ponto de fazer você levantar da cadeira para dançar junto com os atores.

Por isso, quem tiver a oportunidade de assistir não hesite, vale cada centavo! Eles (Ana e Paulo) que o digam.

E se por ventura depois do teatro você sair dançando e cantando sozinho no meio da rua, não se preocupe te garanto que não será o único. Eu fiz bem pior! Afinal, quem tira esse trecho da minha mente:

“Mamma mia, here I go again
My my, how can I resist you?
Mamma mia, does it show again
My My, just how much I’ve missed you?”

Não é à toa, que este grupo ainda hoje é considerado o quarto maior vendedor de discos da história. Com uma marca superior a 370 milhões de cópias. Isso sem contar, que é a banda inativa que mais fatura, já que suas vendas giram de dois a três milhões de discos todo ano.

Preciso falar mais?

Greenwich muito mais que o meridiano

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Melhor do que visitar um lugar novamente é a oportunidade de descobrir neste, novas coisas a serem feitas.

Assim, aconteceu hoje com Greenwich.

O bairro conhecido pelo famoso meridiano de Greenwich (longitude 0º), representado junto ao Observatório Real, tem muito mais a oferecer além da divisão do lado ocidental e oriental da terra.

O Observatório junto com os museus, passeios de barco pelo rio, o parque, colégio naval real e o centro de visitantes de Greenwich, fazem do bairro mais do que uma opção cultural.

Desta última vez, no entanto, tive a oportunidade de conhecer o interior dos prédios próximos aos museus e uma das casas da rainha (Queen House).

o primeiro prédio do lado esquerdo

o interior do segundo – uma igreja

Ambos, com vista para o parque de Greenwich e entrada livre, se tornaram uma adorável surpresa. Principalmente, pelo conhecimento sobre o bairro que já fez parte de um dos maiores portos do mundo.

Londres uma recordação para todos

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A cidade das multifacetas quando o assunto é turismo, deixa sem dúvida alguma uma recordação no mínimo a todos que a visitam.

Impossível vir à Londres e não se interessar, gostar ou ficar fascinado com algo. Isso, quando a cidade não desperta múltiplos interesses em seus visitantes.

Hoje, como primeira opção no cardápio de programações ao longo dos dias, a London Eye foi nossa opção.

Ok, ok, se você já andou na roda gigante não é obrigatório a voltar toda a vez que vier a Londres, no entanto, passear na cidade e não andar acredito que seja o mesmo que estar em Orlando e não ir a Disney.

E se alguém perguntar o que tem de tão especial em uma roda gigante? A resposta é simples: as imagens valem mais do que as palavras. Mesmo, quando esta é feita pela segunda vez.

Buckingham Palace no centro do parque

E embora, o preço não seja uma das atrações mais baratas da cidade, vale à pena.

Depois, não poderia deixar minha irmã vir a Londres e não conhecer o meu lugar favorito na cidade – Camden Town.

O bairro como eu digo que o “normal” é você ser “diferente” para a sociedade, ganhou mais uma fã de carteirinha. Ela não só adorou todo o mix cultural e gastronômico que Camden envolve como disse querer voltar toda vez que vier a cidade.

Sem contar, as provas de roupas e momentos de diversão dentro da Cyber Dog (loja famosa por som alto, goo goo dancers, roupas de rave e seus funcionários que Lady Gaga perto deles é Branca de Neve).

Alguém tem dúvida que é minha irmã? Nem eu.

O que levou a fechar o dia com sucesso de entretenimento e diversão.