Perrengues Bélgica/Holanda

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Viagem sem perrengue não é viagem, né!

Até que dessa vez, eles não foram os dos piores. Mas…

Que eu não sei ler mapa e guias (me confundo sempre), isso não é novidade. Por isso, essa responsabilidade fica a cargo do maridão. Entretanto, na Bélgica, após andarmos o dia inteiro pra cima e pra baixo, na hora de voltarmos para o hotel, não me pergunte o que aconteceu, mas fomos para o lado contrário da cidade e o resultado… Andamos por mais de uma hora até percebemos que havíamos errado. Com isso, dá-lhe contornar a cidade para achar o hotel.

E para piorar, nenhuma estação de metrô estava aberta aquele horário (18:00 hs). Até achávamos que as estações fechavam cedo no fim de semana, mas, quando chegamos ao hotel, mortos de cansados, descobrimos que o metrô tinha começado uma greve àquela tarde. O quê?

Só retornando em quatro dias (o engraçado das greves na Europa é que eles já avisam o dia do término). Babou!

Por sorte, havíamos feito tudo o que queríamos e os locais mais longes também. O que significava que não iríamos precisar muito do transporte.

E no dia seguinte, após estudar o mapa, chegamos em menos de quinze minutos na estação central de trem. Por sorte, que eles não haviam aderido a greve, porque se não, adeus Holanda!

Já na Holanda…

Recomendo reservar o hotel com o máximo de antecedência possível. Por ser uma cidade super movimentada, em geral, os hotéis “mais em conta” se esgota na mesma velocidade. Agendei o nosso com dois meses de antecedência e mesmo assim, foi o segundo hotel mais caro que já ficamos. Superando a diária até em Paris.

Tudo bem, que acabamos na altura, optando pelo melhor custo/benefício dentro das opções que nos restava. Mesmo assim, quando pensávamos que já estava tudo resolvido, eis, que na última semana o hotel nos comunica que por erro no sistema nossa reserva foi transferida para outro hotel da área. Ah? Como assim?

Poderia ser 50/50% de chances de ser melhor ou pior, acabamos tendo sorte. E nosso hotel fez um upgrade para 4 estrelas (estávamos em um de 3). Nos demos bem, mas poderia ter sido terrível, já que as reservas para aquele fim de semana estavam quase todas esgotadas.

Como recompensa, achei duas maravilhas que ainda não chegaram aqui na Inglaterra e adorei: Tic Tac Morango (Noruega) e Fanta Morango (Holanda).

Surpresas, que superaram os “pequenos perrengues”!

Bruges

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Bruges é uma cidade de arquitetura medieval que caracteriza bem a Bélgica. 

Declarada patrimônio da humanidade pela UNESCO, a cidade toda murada além de ser florida e super colorida, tem todo um charme especial em seus canais.

Há cerca de 1 hora de trem de Bruxelas (trens de trinta em trinta minutos), Bruges não se destaca por seus pontos turísticos, assim, como a capital. O espírito “turístico” da cidade é literalmente, você aproveitar, passear, sentir, explorar e vivê-la. 

Seja apreciando as diversas lojas de chocolates (sim, mais chocolates), os restaurantes com os famosos Moules – frites, as cervejas, suas Igrejas, os passeios de charrete, ou os passeios de barco pelos canais. 

Foto: whippedtheblog.com

Em média 40 euros até 4 pessoas

Menos de 10 euros por pessoa

O importante mesmo é você fazer seu roteiro, descobrir e se encantar com Bruges a cada rua percorrida. 

Mas, claro, que como toda cidade que se preze o murmúrio maior acontece ao redor da Praça Central – Markt. Com toda uma arquitetura peculiar, Markt é cercada de restaurantes, uma Prefeitura em estilo gótico – Burg, a Basílica do Sagrado Sangue (em Burg), que segundo a lenda, o relicário mais importante do país está nela (um trecho de tecido marcado pelo sague de Jesus Cristo, guardado em uma urna de cristal, trazido a Bruges na época das Segundas Cruzadas), além de um comércio bem maior do que o da capital do país (proporcionalmente). 

Centro da Praça Markt

Burg

Em geral, as igrejas em Bruges cobram a entrada, assim, como o Belfort (Campanário de Bruges – no Markt), com 366 degraus até sua torre, onde, possibilita a melhor vista de toda a cidade.

Belfort

Por isso, antes de acrescentar Bruges no seu roteiro, priorize o que você quer da cidade. Se você procura cidades atrativas com pontos turísticos famosos, não vá, se sua viagem ficar muito contramão deixe para uma próxima vez. Agora, se você tiver tempo, e quiser conhecer uma das belezas belgas, recomendo e recomendo.

Delirium Café

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Delirium Café? Já ouviu falar?

E se eu te disser que este nome está no Guinness Book, desde 2004, como a casa com a maior carta de cervejas do mundo – 2004 rótulos. Pode acreditar, ela existe e fica na Bélgica.

O Delirium Café é de propriedade dos mesmos donos da cervejaria Huyghe, responsável pela Delirium Tremens.

Localizado próximo a Praça Grand Place, entre os restaurantes do centro, o Delirium Café se destaca não somente pela sua extensa e curiosa carta de cervejas, mas, também, por contar com um ambiente diferente para um “bar”. 

O local de três andares possui espaços completamente diferentes entre si: 

– Primeiro andar: ambiente calmo com maior parte do público estrangeira, com todas as cervejas na pressão.

– Térreo: Um enorme salão de seis ambientes com 30 torneiras de cerveja na pressão, sem nenhum garçom, parecido com um pub inglês.

– Subsolo: espaço menor, porém o melhor. Um ambiente com música alta, com garçons atrás do balcão e mais de quinze geladeiras. As mesas em formatos de barril e sua decoração desde as paredes até o teto estão repletas de rótulos e marcas de cervejas. Tudo isso sem contar, que a “carta de cervejas” nada mais é do que um catálogo com todas as opções e preços que o local oferece (catálogo a venda por 5 euros). 

O local está sempre lotado! E o mais engraçado é que por mais que alguns extrapolem na dose, não tem bêbado te enchendo ou briga. Todo mundo quer só uma coisa: se divertir! 

Diversão esta que já começa no catálogo, que abrange mais de 60 países do mundo, em opções e muitos, mas, muitos sabores exóticos e excêntricos. 

Com isso, você se depara com cervejas tradicionais belgas, cerveja de sabores (morango, manga, frutas, coco, banana, mel…), cerveja de Vinho, cerveja de Cactos, cerveja de alto teor alcoólico (8%, 9,5% até 11,3% no caso da belga – Rochefort 10), cerveja de nomes engraçados, cervejas brasileiras (Brahma, Antarctica, Skoll), cerveja St. Feulien Blonde (eleita a melhor abadia do mundo pelo World Beer Award – 2010), cerveja de Chocolate, Delirium Tremends, cerveja, cerveja, cerveja… 

A cerveja que inspirou a marca foi considerada em 1998 como a melhor cerveja do mundo, pelo World Beer Championship.
Foto site: ffffunny.com

Opções são o que não faltam. Todas servidas em copos diferentes, com várias texturas, coloração e sabores. Quanto aos preços? Bem mais baratos do que um pint em Pub inglês! Em média 2,5 – 5 euros. 

Você encararia a cerveja do corno? Olha o copo

E você pensa que o Delirium Café acaba por aqui? Não! 

O símbolo e nome da marca (Delirium Tremens – elefante cor de rosa) estão relacionados com psicose causada pela abstinência ou suspensão alcoólica, que pode causar alucinações e tremedeiras.

Hoje, a marca é um complexo – Delirium Village (aos arredores), com sete submarcas acopladas e filiais no Rio de Janeiro (2010) e no Japão (2011). 

São elas: 

– Delirium TapHouse: local com 27 cervejas on tap (na torneira)  semanalmente mudando, o que totaliza 250 tipos por ano. 

– Little Delirium Café: local com 30 cervejas on tap (na torneira), coquetéis e 200 spirits. 

– Delirium Monasterium: local com 100 cervejas entre de Abbey & Trappist (abadia e trapistas), 10 on tap (na torneira) e 400 opções de vodkas. 

– Delirium Hoopy Loft: local com cervejas mais intensas e amargas. Maior parte de origem escocesa, holandesa, italiana e dinamarquesa. 

– Floris Garden: mais de 800 opções de cachaças, rum, coquetéis e piscos. 

– Floris Tequila: o próprio nome já diz. Mais de 500 opções de Tequilas e Mescal (destilada uma única vez, quando a tequila é duas ou três). 

– Floris Bar: mais de 400 tipos de absintos e 300 uísques.

E depois de tudo isso a pergunta: O que você bebeu?

Nada mais, nada menos do que 1/2 copo de cerveja de morango. Afinal, quem me conhece sabe odeio cerveja! E sinceramente, bebida não é meu forte.

Para mais informações Delirium Café (Bélgica).

Mini Europe – Bruxelas

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Para uns pode parecer um programa sem graça, para outros, passeio de criança. No meu caso, agradáveis horas viajando na imaginação e planejando as viagens futuras. 

Assim é a Mini Europe. Inaugurada em 1989 e localizada ao lado do Atomium (Átomo), o parque em miniatura é a reprodução em escala 1:25, dos mais atrativos e famosos monumentos dos países da comunidade européia. 

Dividido em 80 cidades e mais de 350 construções, muitos dos monumentos foram arcados e bancados pelos próprios países de origem devido seus altos custos. Como por exemplo, a Praça Central de Bruxelas, com valor de € 350, 000. 

Dentre as miniaturas mais famosas estão: a Torre Eiffel, o Parlamento Inglês, a Torre de Pisa, Torre de Belém (Lisboa), Santiago de Compostela, Ponte Adolphe (Luxemburgo), as Piscinas da Hungria, o Palácio do Drácula na Romênia, etc. Além de inúmeros modelos de pontes, praças, igrejas, trens, vulcões… 

Torre Eiffel com o Euro Túnel

Sacré Coeur – Paris

Big Ben e o Parlamento

Praga – relógio

Um dos palácios do Drácula – Romênia

Piscinas em Budapeste – Hungria

Algumas miniaturas, por exemplo, possuem efeitos sonoros e visuais, como o Muro de Berlim, as Torradas Espanholas, o Foguete Ariane 5 (projetado pela agência de espaço européia), o Euro Túnel (túnel que liga a Inglaterra a França), entre outros. 

o muro de Berlim – Alemanha

Por fim, ainda é possível visitar a exibição: “Spirit of Europe” (O Espírito da Europa), que aborda de forma interativa, a Comunidade Européia e seu destino.

Para mais informações sobre a Mini Europe é só clicar no site.

Dica: o ingresso comprado em conjunto com o Atomium, possibilita desconto nas atrações e um guia é oferecido na Mini Europe com fotos e informações sobre as atrações do parque.