Raízes – um restaurante brasileiro

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Tá fogo!

Ultimamente, os amigos sejam em comemorações, festas ou simplesmente sair para jogar conversa fora, só pensam em uma coisa: comer!

Tanto que este blog, daqui a pouco vira sério concorrente do Mais Você (Ana Maria Braga), só falta arrumar um Louro José. (kkkkkkk)

Mas, deixando as brincadeiras de lado, não tenho do que reclamar, não. Pelo contrário, graças a Deus que a genética de mamãe continua funcionando porque se não… Tava perdida!

Afinal, quem consegue resistir a um restaurante brasileiro, com uma comida que dispensa comentários, e várias guloseimas e delícias que só o Brasil tem!

Eu não!

Localizado na região de Bethnal Green, o Raízes é um típico restaurante brasileiro, que além de todas as delícias (mandioca, feijoada, filé a parmegiana, pão de queijo, quibe, muqueca, vaca atolada, caldo de cana e muitos, mas muitos outros pratos), agora, oferece também, buffet e rodízio todos os dias.

Filé a parmegiana com guaraná, AMO!

Por isso, fica a dica, quem quiser matar saudades dessas maravilhas do Brasil, a um preço super bacana, não deixe de conferir. Porque eu, já virei fã.

Uma pizza tamanho grande

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Se você conseguir imaginar um restaurante italiano, cujo, dono é português, os funcionários brasileiros e italianos e a música cigana (descrição do meu amigo, melhor impossível), você está preparado para conhecer o Al Forno.

Localizado na região de Wimbledon, o restaurante é famoso não só por sua boa comida, mas sim, pelo tamanho dos pratos quando são pedidos no tamanho grande.

Por isso, se sua fome não for de dragão, tenha cuidado com o tamanho a escolher.

Afinal, pensa em uma pizza grande?

Conseguiu imaginar?

Sinceramente, eu não acreditava que este tamanho existia, até presenciar com os meus próprios olhos.

Mas, como estávamos na comemoração de um aniversário e a galera com uma fome de doido, as pizzas sumiram rapidinho das tábuas. Claro, que sendo massa fina ajudou e muito.

E mesmo a galera estando empanturrada no final, quem resiste a um bolo de aniversário?

Êita gula desenfreada!

A primeira feijoada a gente nunca esquece

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Sabe aqueles pratos que adoramos comer, mas nunca tivemos coragem e oportunidade de fazer? Pois bem, feijoada era um deles. 

Só de pensar o tempo de preparo, dessalgar as carnes e o quanto rende, se torna meio que desanimador para cozinhar para duas pessoas, não é? Principalmente, se você está em um país que não oferece a variedade de carnes que o prato necessita. E embora, a minha seja a opção light (carne seca, paio, lombo, costelinha), são exatamente estas as mais difíceis de serem encontradas. 

Por isso, ano passado, quanto o pessoal em duas comemorações anunciaram feijoada e posteriormente trocaram na véspera, foi como se tivessem nos dado banho de água fria em pleno inverno ou tirado doce da boca de criança. 

Enfim, o tempo passou, a vontade ficou, tivemos no Brasil e com tantas opções a feijoada foi esquecida, até que, meu marido tem a brilhante idéia de prometer para um casal de amigos uma feijoada! 

Ah? Como assim? Quem vai cozinhar? 

E eis o que escuto: a Carol! 

Babou! 

Dá-lhe pedir dica para mãe e irmã. Isso sem falar, que vasculhei uns dez sites de receitas para ter noção do que me esperava. 

Pois bem, por fim, nada melhor do que um açougue brasileiro e tendo as carnes certas para o prato acontecer.

Imagine a cena e a responsabilidade em cozinhar ainda por cima, a feijoada na casa dos convidados. E se a panela desse problema ou as carnes ficassem salgadas? Mamma mia! 

Entretanto, revelo que minha mãe ficaria orgulhosa do resultado. A feijoada foi um sucesso! Aprovada por quem entende (brasileiros) e por quem não entendia (irlandesa). 

Mas, como não poderia deixar de ser, na hora de colocar sal na feijoada, derrubei todo o saleiro elétrico que o casal recém-casado, tinha ganhado como presente de casamento dentro da panela. Que desespero! Dá-lhe o Carlos aos risos tentando salvar o saleiro de dentro da panela. Hilário! 

Afinal, feijoada sem perrengue não tem graça, né!

Um post de abrir o apetite

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Quem estiver com fome é bom ler este post outra hora. 

A dica foi dada! 

Digo isso, porque no meu caso, é como o Carlos diz: “a Carol não tem um estômago, tem uma anaconda nervosa”. Alguém duvida do seu romantismo? Nem eu. 

No entanto, na família, tenho um forte concorrente nessas horas – meu sogro. 

E bota forte nisso! Porque a única coisa que ele me pediu antes de vir, era quebrar o paradigma que ficou em sua primeira viagem, que na Inglaterra, comia-se mal.   

Por isso, nada de London Eye, Big Ben, Parlamento… o roteiro ideal e escolhido para ele, foram todos os restaurantes, pubs, lanchonetes, quiosques  e barracas para mudar essa opinião. 

Se consegui? Não sei, acredito que sim.

Esqueci algum restaurante?