Museu de Guerra

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O Museu de Guerra (Imperial War Museum), inaugurado em Junho 2000, se tornou referência para aqueles que querem conhecer e entender a fundo, a história da Europa através de seus conflitos e guerras.

Localizado próximo a estação de Waterloo (linhas: Jubilee – cinza, Northern – preta e Metropolitan – marrom), o museu, dividido em três andares, conta com um vasto número de aviões, submarinos, carros e veículos. Além de objetos, roupas, armas e equipamentos utilizados nas guerras e combates.

Em outro setor do museu, é possível entrar na réplica de um campo de batalha, com trincheiras, bombardeios e visitar uma casa do início do século.

caixa para proteção

As histórias das principais guerras no mundo, também se fazem presente. Dentre elas, a guerra Fria, a guerra do Golfo, a guerra do Vietnam, os conflitos na Índia e Paquistão, a Primeira e Segunda guerra Mundial, a guerra na África, no Caribe, na América Latina até a guerra do terrorismo, nos dias atuais.

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bomba destroçada

E o último andar (a única parte do museu proibida para fotografias), ocorre uma exposição sobre o Holocausto. Reproduzido ali, por meio de imagens, figuras, vídeos e textos, um dos piores e mais terríveis acontecimentos da humanidade.

Um museu onde se torna difícil sair sem nenhum questionamento, reflexão ou pensamento.

Museu de Londres

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Os museus em Londres são realmente um caso a parte. Impossível não se encantar por nenhum. Independentemente, sobre o conceito e visão que cada um tenha sobre eles.

E, como opções são o que não faltam nessa metrópole, um dos principais e ponto obrigatório para quem esteja a passeio ou irá ficar algum tempo na cidade é o Museu de Londres – Museum of London.

Localizado perto da estação de St. Paul (central line – linha vermelha do metrô), conta toda a história da cidade, desde o seu surgimento, sua evolução até os dias atuais.

Divididos em categorias e períodos, fica fácil acompanhar e entender como a cidade foi construída, passando pela era medieval, era romana, o grande incêndio que atingiu Londres no séc. XVI, suas pestes e epidemias anos mais tarde e a guerra civil. Toda essa viagem ao passado, somente no primeiro andar do museu.

países colonizados pelos ingleses

Já no segundo andar, é possível interagir com as interfaces digitais através dos painéis em touch screen que mostram de forma digital as curiosidades, os problemas e resoluções que a cidade teve e tem devido seu crescimento.

Tudo isso, sem contar o repleto acervo de objetos, materiais, quadros, veículos e peças que o museu possui.

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E o preço de tudo isso é só o tempo de aprendizado e entretenimento, já que o museu, assim, como a maioria deles na cidade é gratuito.

Exposição de carros antigos

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Enquanto, estava na Alemanha, meu marido tratou logo de me substituir, no seu primeiro fim de semana sozinho. Sai Carol, entra Danilo… kkkkk

E passeando pela cidade, os dois se depararam em plena Regent Street, com uma super exposição de carros antigos. Infelizmente, dados sobre a exposição não tenho, então, não posso dizer quando acontece e por quê, no entanto, a combinação homem+ carro = mulher+ compras. Eles simplesmente não resistem e o resultado de tudo isso, foram várias fotos tiradas no dia.

OBS: Era possível fotografar também dentro dos carros.

Madame Tussauds

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Que Angelina Jolie, Brad Pitt, Tom Cruise, David Beckham que nada. Quando se vai ao museu Madame Tussauds, a estrela é você!

No fim do mês passado, fomos ao Museu de Cera de Londres – Madame Tussauds. E graças ao ingresso de desconto que tínhamos, poupamos duas belas horas de fila só para entrar!

Lá dentro, o museu é enorme, além de ser surpreendente. Confesso que antes de conhecer, pensava na chatice que deveria ser um monte de artistas e pessoas famosas representadas por cera.

No entanto, logo na primeira sala do museu onde estão localizados as grandes celebridades do showbiz fui rendida (sala mais concorrida para as fotos). E nisso, os flashes começaram… O Carlos por já conhecer o museu, preferiu só ficar de fotógrafo e eu, aproveitei a oportunidade.

Até que, da única vez que pedimos para alguém nos fotografar juntos, com o casal Jolie e Pitt a lindinha que tirou a foto, duas vezes seguidas por via das dúvidas, conseguiu a proeza de cortar-nos nas duas. Não vou nem comentar, quando vi a foto na máquina… Ok, dá próxima vez, checo antes de sair de cena… kkkkkkk

No entanto, as surpresas com os artistas começaram, quando vi a Cristina Aguilera e a Amy Winehouse. A Cristina, porque imaginava ser acima de 1,70m e não chega a 1,60m. Já a Amy, esta sem dúvida, foi a quem mais me impressionou em todo o museu.

Além de ser do meu tamanho com um baita salto, deve ter o corpo da Sandy, que de tão pequenininha e frágil, parece que vai quebrar. O que me levou a pensar, aonde poderia caber tanta bebida e drogas naquele corpo. Contudo, continuo adorando-a. E em minha opinião, o museu só não tirou nota maior, porque não tinha a Lady Gaga. Quem sabe da próxima vez?

Após, passar pela sessão do showbiz, tem a sala de Hollywood (famosos do cinema), a dos atores de Bollywood (só não me pergunte quem são porque não conheço nenhum), seguida pela sala dos horrores. Depois, vem a sala dos famosos da TV, dos políticos e representantes mundiais e as celebridades esportivas.

 O Brasil, só é representado nesta última sala com o Pelé, que deve ter sido feito inspirado nos seus dezessete anos. E que cera estranha!

O mesmo não poderia dizer da família real, afinal, imaginem se a rainha e a realeza não tivessem “perfeitos”. Claro, que alguns famosos como a rainha, por exemplo, são os mais concorridos a serem fotografados, no entanto, com um pouco de paciência é possível fotografar qualquer um.

E isso, me levou a registrar todos os bonecos que o museu tinha. Sou exagerada, não? Mas, fotos, são fotos.

E enganam-se quem pensa que o museu acaba por aí. Depois, de percorrer quase duas horas e meia em meio a celebridades, há uma parte do museu, totalmente dedicada à contar a história de Londres. De que forma? Com o visitante sentado em uma “montanha- russa”, cujo carrinho é em formato do mini cab (táxi preto), famoso e popular na cidade. Sem falar, que no final do percurso é possível levar para casa um souvenir com a sua imagem tirada dentro da montanha – russa.

Só nesta parte, devido a riqueza dos bonecos e detalhes que vão desde a invasão dos ratos e o incêndio em Londres até a London Eye e o Big Ben já valeria o passeio.

E por fim, assistimos dentro do cinema 4D do museu (único até agora que eu sei que existe em Londres), o filme dos Super Heróis salvando Londres.

Até aí nada de mais, certo? Errado! Nunca, vi um filme em 4D e já tinha me admirado quando descobri as maravilhas do Imax. Mas, uma sala com formato de redoma de vidro, onde passa a sensação que você está dentro de uma bola e a tela ocupar os 90º da sua vista na largura e na altura é o máximo. Além da qualidade do som e imagem.

O filme que durou somente quinze minutos, conta a história dos Super Heróis que impedem que a cidade de Londres caía no poder do vilão do mal. E todas as cenas inseridas, são os pontos turísticos da cidade, inclusive o museu.

Agora, o que dispensa qualquer tipo de comentário é a sensação que você tem assistindo. Digo isso, porque quando ocorrem cenas que os personagens espirram, por exemplo, você sente os espirros em você. Assim como, os esguichos d’ água, o tremor do chão, a mudança de temperatura na sala, os chutes da cadeira imitando os personagens em ação. Uma interação sensacional com o filme. Fiquei pior do que as crianças no cinema.

E por fim, pode-se passar na loja de souvenir e levar uma recordação para casa.

Um museu muito legal, interativo, divertido e diferente. Recomendo!

Madame Tussauds

PS: para saber mais sobre Madame Tussauds clique aqui.