Eita transporte caro!

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Os feriados aqui na Inglaterra, não são muitos, por isso, quando eles surgem, só não vale ficar em casa.

Pensando nisso, e com uma super promoção na Easyjet, a Suíça entrou em nossa lista de viagens esse ano.

Passagens compradas há meses, o tempo passou, a viagem se aproximou, até que… só aí fui me dar conta que faltavam os transportes e hotéis. Putz! Começa a correria!

Dá-lhe pesquisa, pesquisa e mais pesquisas. Os hotéis até que de tudo não foram difíceis, já o transporte…

Presumi que fossem caros afinal, todos os sites, blogs e livros informavam que a melhor opção era a compra do Swiss Pass (passe de viagens), que possibilita viajar pelo país, de ônibus e alguns trens, além, de obter desconto nas montanhas, museus e exibições a um custo bem mais em conta do que comprar bilhetes individuais.

Então, se essa era a dica, só me restava saber o preço do bilhete e assunto resolvido, né? Quem me dera. Primeiro, que o bilhete só podia ser comprado por 4, 8, 15, 22 ou 30 dias. O que significa que só aí já perderia dois dias de bilhetes (um meu e outro do marido). Mas, se essa era a melhor opção. Escolha feita.

No site, promoção 2 bilhetes por 1, aquela altura do campeonato, o que mais poderia querer, né? Até que ao fazer a conversão de moeda, quase enfartei! Total: 170.00 libras (510.00 reais) por pessoa. O quê? Isso que é promoção 2 por 1?

Preciso falar mais? Quem manda confiar nas passagens…

Por sorte, a bica só não foi maior, porque, o Carlos conseguiu alugar um carro, a um preço menor do que o ticket, na véspera da viagem. Uip!!!!!!!!!! Perrengue resolvido e novos destinos agregados.

Perrengues Bélgica/Holanda

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Viagem sem perrengue não é viagem, né!

Até que dessa vez, eles não foram os dos piores. Mas…

Que eu não sei ler mapa e guias (me confundo sempre), isso não é novidade. Por isso, essa responsabilidade fica a cargo do maridão. Entretanto, na Bélgica, após andarmos o dia inteiro pra cima e pra baixo, na hora de voltarmos para o hotel, não me pergunte o que aconteceu, mas fomos para o lado contrário da cidade e o resultado… Andamos por mais de uma hora até percebemos que havíamos errado. Com isso, dá-lhe contornar a cidade para achar o hotel.

E para piorar, nenhuma estação de metrô estava aberta aquele horário (18:00 hs). Até achávamos que as estações fechavam cedo no fim de semana, mas, quando chegamos ao hotel, mortos de cansados, descobrimos que o metrô tinha começado uma greve àquela tarde. O quê?

Só retornando em quatro dias (o engraçado das greves na Europa é que eles já avisam o dia do término). Babou!

Por sorte, havíamos feito tudo o que queríamos e os locais mais longes também. O que significava que não iríamos precisar muito do transporte.

E no dia seguinte, após estudar o mapa, chegamos em menos de quinze minutos na estação central de trem. Por sorte, que eles não haviam aderido a greve, porque se não, adeus Holanda!

Já na Holanda…

Recomendo reservar o hotel com o máximo de antecedência possível. Por ser uma cidade super movimentada, em geral, os hotéis “mais em conta” se esgota na mesma velocidade. Agendei o nosso com dois meses de antecedência e mesmo assim, foi o segundo hotel mais caro que já ficamos. Superando a diária até em Paris.

Tudo bem, que acabamos na altura, optando pelo melhor custo/benefício dentro das opções que nos restava. Mesmo assim, quando pensávamos que já estava tudo resolvido, eis, que na última semana o hotel nos comunica que por erro no sistema nossa reserva foi transferida para outro hotel da área. Ah? Como assim?

Poderia ser 50/50% de chances de ser melhor ou pior, acabamos tendo sorte. E nosso hotel fez um upgrade para 4 estrelas (estávamos em um de 3). Nos demos bem, mas poderia ter sido terrível, já que as reservas para aquele fim de semana estavam quase todas esgotadas.

Como recompensa, achei duas maravilhas que ainda não chegaram aqui na Inglaterra e adorei: Tic Tac Morango (Noruega) e Fanta Morango (Holanda).

Surpresas, que superaram os “pequenos perrengues”!

Praga – República Tcheca

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Começar uma viagem sem nenhum perrengue ultimamente, não é viagem. Por isso, com Praga não poderia ser diferente.

Desta vez, porém, o aeroporto, a viagem, mesmo sendo estréia Easyjet (companhia low cost, concorrente da Ryanair), saíram muito melhor do que imaginávamos.

Mas, se o perrengue não começa do lado de cá, então…

Assim que desembarcamos, pedimos informação no guichê do aeroporto sobre os meios de transportes e opções que tínhamos para chegar ao nosso hotel, no centro da cidade. E a atendente na hora mandou esperarmos do lado de fora, onde fica o terminal de ônibus que o nosso passaria no local.

Ok, se a recomendação é esperar, então vamos esperar. Mesmo, sem sabermos ao certo qual ponto deveríamos esperar dentre as tantas opções que tínhamos.

Com isso, meia hora se passou, e quando o primeiro ônibus chegou, ao tentarmos embarcar o motorista que não falava uma palavra em inglês, sinalizou que estávamos no ônibus errado e que os tickets deveriam ser comprados antes do embarque. O quê?

Dá-lhe voltarmos para o guichê de informações. Onde a mesma atendente, repetiu exatamente a informação anterior. Não convencidos, fomos pedir informação na empresa de passagens, e desta vez, a moça assim que olhou nosso papel com as instruções, já tratou de nos vender os bilhetes. O problema como se não bastasse, foi descobrir nessa hora que embora a República Tcheca pertença à comunidade européia, ela é mais um país que o euro, não vigora. Resumindo, dá – lhe pagar taxa cambial novamente.

E outra meia hora foi perdida até recebermos a orientação correta sobre qual ponto esperar nosso ônibus. Vencido estes obstáculos e após ônibus e metrô, finalmente, chegamos ao hotel.

O hotel, que por si só já merecia um capítulo. Porque aluguei um quarto para casal com banheiro e quando chego ao quarto, era um apartamento inteiro. Com sala, quarto, cozinha e banheiro enormes! Até pensei que estivéssemos com as chaves erradas, mas por ser prédio antigo, tivemos sorte.

E embora, já estivéssemos no comecinho da noite, saímos para ter as nossas primeiras impressões da cidade.

Cidade esta, que me encantou logo nas primeiras caminhadas.

Começamos pelo centro da cidade, na Cidade Nova (Nové Mestro), considerado o coração da cidade. E logo nos deparamos com a Praça Venceslau (Václavske Námesti).

 Na verdade, de praça não tem nada. É uma enorme avenida, com duas pistas de trânsito e um canteiro com flores central. Cercada, por algumas construções em destaque, como, o Hotel Europa (em Art Noveau de 1903), Casa Eslava (centro cultural), Ópera Estatal (teatro ao fundo) e o Museu Nacional.

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Entretanto, sua história assim como a do país é uma atração a parte. A estátua de São Venceslau com o cavalo representa seu assassinato a mais de mil anos atrás por seu irmão. E a praça foi o cenário político de Praga, nas manifestações anticomunismo: a “Primavera de Praga” e a “Revolução de Veludo”.

Haja história em tão poucos metros!

Posteriormente, dominados pela fome, jantamos em um restaurante típico tcheco, localizado entre a cidade nova e a cidade velha.

E após o jantar, com as energias recuperadas, percorremos alguns dos mais famosos pontos da cidade, com direito a espetáculo no relógio astronômico, com duração de dez minutos, contando a história do país.

o castelo de Praga ao fundo

O que me motivou ainda mais, com cada passo dado e lugar visto à noite, passar duas horas da madrugada, lendo o livro de viagem para o dia seguinte.

Thorpe Park

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O domingo começou bem…

Imaginem ser acordada com a “intimação” de levantar da cama para ir ao parque de diversões e alguns minutos depois, receber a notícia que a maioria do pessoal, por preguiça, moleza e desculpas esfarrapadas decidiu passar o domingo em casa.

Pois bem, estes foram exatamente os primeiros minutos do dia. Digo primeiros porque, quando a idéia de voltar para a cama já estava se realizando, recebo outra ligação intimando-nos a comparecer no parque no menor tempo possível. Uma vez que, o casal que a galera menos acreditava que fossem, estavam praticamente no parque aquela hora.

Não preciso nem dizer à correria que foi né! Principalmente, quando você tem que pegar ônibus, metrô e trem para chegar.

Enfim, passado o susto e tirando tudo isso, uma vez que está na chuva o negócio é se molhar. E se for num parque de diversões então…

O parque (Thorpe Park) muito mais para adultos do que para criança, em minha opinião, conta com brinquedos que são paradas obrigatórias para quem gosta de adrenalina, altura e emoção.

Dentre eles estão:

Colossus : uma das montanhas mais “normais” do parque com looping, queda, giros e giros.

 

 Saw the Ride: carrinho que despenca a uma altura de 30m, com velocidade de 90km em sentido a duas lâminas enormes. O pior do brinquedo em minha opinião, não é a queda e sim a subida, já que o carrinho antes de subir para, acelera e cai. Inspirado nos jogos mortais.

X:/ No Way Out: montanha russa no escuro que você faz o percurso inteiro de costas.

Nemesis Inferno: montanha russa que você vai com o pé pendurado o caminho todo. A campeã de loopings, permitindo uma sensação total de liberdade. A ponto de deixar alguns tontos de tanto girar.

Stealth: montanha russa aparentemente inofensiva até… você entrar em um carrinho inpirado em fórmula 1, dar uma arrancada de 0 – 130 km por hora em 2,3 segundos, subir a altura de 62,5m, virar, parar e queda livre em 90 graus. Tudo isso em menos de quarenta segundos e ter seu corpo devido o impacto da gravidade elevado a quatro vezes o peso. Uma sensação de adrenalina tão intensa que as reações engasgam na garganta. O melhor brinquedo do parque!

 

Agora, se você não é tão fã de adrenalina e prefere brinquedo mais “lights” o parque oferece também atrações com giros, voltas e piruetas no ar. Além dos brinquedos com água, ideais para os dias quentes.

podem acreditar eu estava no carrinho!

Uma dica para aqueles que não quiserem esperar tanto nas filas é o “fura fila” ou “queue jumper”. Que é outro ingresso que você compra (um ou mais brinquedos), permitindo acesso a uma fila especial no brinquedo, onde a espera de, por exemplo, duas horas com parque cheio é reduzida há dez minutos. Uma vez, que a fila normal só volta a andar depois que a preferencial estiver vazia.

E após todo esse dia de adrenalina, cansaço e diversão, só repondo as energias com pizza para encarar a longa semana que vem pela frente.