Broadstairs Beach – uma praia de areia em UK

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Enfim, posso dizer que conheço uma praia de areia na Inglaterra.

O que para muitos pode parecer loucura, quem conhece ou mora aqui, sabe do que estou falando. Afinal, se areia é normal nas praias brasileiras, nas praias inglesas o normal é as pedras.

Por isso, quando encontramos o oposto… é alegria pura.

Localizada a quase duas horas de Londres, Broadstairs Beach é uma ótima opção para passeio bate-volta. Mesmo, com sua água fazendo jus ao mar britânico – super gelada, a praia é super fofinha, localizada bem no centro da cidade.

Cabine de praia inglesa, muitas com cozinha e local para descansar

E para aproveitar o dia, já que o sol resolveu se esconder bem na hora que chegamos nada melhor do que caminhar por seus cliffs, aproveitar a companhia dos amigos e terminar o dia almoçando no Prezzo Restaurant.

Brighton – A praia mais agitada de UK

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Sinceramente, se tem uma coisa da qual não posso reclamar este ano em Londres é o maravilhoso tempo que está fazendo nesta primavera.

Se continuar assim, o verão prometerá muito mais do que o ano passado. E calor + sol + energia = praia.

Pensando nisso e a ponto de corar um pouco a cor de zumbi deixada pelo outono/inverno, Brighton foi a nossa primeira praia escolhida este ano.

Que embora já a conhecêssemos no ano passado, dessa vez, não fizemos mais nada a não ser “largartixar” nas pedras e recarregar as energias com o sol divino que estava fazendo.

E embora não tenha achado outro Sr. pedregulho perdido nas pedras como no ano passado, o marido usou o jeitinho brasileiro e providenciou três de uma vez para fazerem parte do nosso futuro jardim.

Tenho ou não tenho um marido artista?

PS: eu continuo a mesma, mas os meus cabelos…

Eastbourne – uma praia e suas colinas

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Depois da mancada da última viagem, tinha que acertar nessa… E as buscas recomeçaram.

Quando encontrei, foi mar à primeira vista (entenderam o trocadilho, né). E embarcamos rumo à Eastbourne.

Logo no trem, para a minha surpresa, entrou uma família com quatro meninas e três cachorros. O cão maior, parecia um bicho de pelúcia, de tão grande e fofo que era. Isso, sem falar, que eles foram a viagem inteira, sem fazer barulho ou incomodar alguém.

Quando chegamos à cidade, logo nos deparamos com a rua das compras (centro), que fica localizada próximo à estação e com a praia em frente.

E como foi bom… sentir a brisa nos cabelos, apreciar o mar e encontrar as gaivotas (aqui na Inglaterra, se tiver gaivota por perto, é mar na certa!).

Porém, devido o horário que chegamos, preferimos ao invés de “lagartixarmos” (eu principalmente) nas pedras, caminharmos e explorarmos a praia. Devo reconhecer que apesar de cansativo, valeu muito à pena.

Começamos observando que a praia em toda sua extensão, possui barreiras/muros de madeira dividindo-a. Depois, no caminho para às colinas, existem pequenos (minúsculos) chalezinhos particulares, que os ingleses possuem e se não me engano, alugam, para passar o dia na praia, com todos os itens básicos (desde um micro fogão até colchão).

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Os chalés por sua vez, ficam muito próximos ao diferencial de Eastbourne, que são as colinas e falésias (encontro da terra com o mar). Um verdadeiro espetáculo da natureza!

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O que só incomodou, foi percorrer os trechos maiores de pedras, localizados neste local de sapatilhas. Porém, vencido este obstáculo, o passeio continuou e subimos em um dos pontos mais altos da praia, onde foi possível ter uma melhor visão do mar, das colinas, do píer.

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eu encolhi ou meu marido que cresceu?

 O píer em especial, não tem diferença dos outros. Possui cassino, máquinas de jogos e entretenimento. Porém, na sua frente, localiza-se o jardim das flores.

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O jardim, é uma obra da natureza (com a mão do homem) a parte… muito colorido, perfumado, de irradiar os olhos, tantas são as cores. Neste, lado da praia também, localizam-se os hotéis, pousadas, os barcos de pesca e o museu.

E embora, tenha conhecido algumas praias recentemente, e mesmo sendo todas de pedras ao invés de areia, cada uma, a sua maneira, destaca-se por algo e encanta ao seu modo. A dona gaivota aí embaixo que o diga!

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PS: existe um trenzinho que vai de um ponto a outro da praia, por 5,50 libras. Isso, sem falar que no coreto (localizado no meio da praia) é possível assistir apresentações e concertos a partir de 2,50 libras.

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Nem as pedras, nem o mar são iguais nas praias…

Southend foi a nossa segunda praia de descobertas (10/7) e fica localizada a cerca de 1h-1h15min, de Londres. O tempo estava super agradável, e para a minha surpresa, em Southend as pessoas se bronzeiam, tomam banho de mar e é possível se sentir em casa quando se estica a esteira e lê-se um livro.

O acesso à praia, assim como Brighton, é fácil por ser perto da estação de trem. Exceto que em Southend existe um elevador que liga o nível da cidade a praia.

Dessa vez pelo menos, consegui entrar no mar e confesso, que a sensação foi um tanto quanto estranha. Percorrer um caminho de pedras e de repente, entrar em mais pedras com lama.

Contudo, a água (que não estava das mais quentes) é totalmente límpida. E um outro fator comum entre as praias, são os aluguéis das famosas cadeiras azuis. O que evita das pessoas irem carregadas de coisas.

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Uma dica que deixo é que quem quiser aproveitar o mar, chegue cedo, porque a tarde é possível levar o mesmo susto que levei quando pensei em entrar novamente. Ops! Cadê o mar? Sumiu…kkkkkkk

Claro, que isso vária muito da época, da estação e outros fatores climáticos. No entanto, após este período de recesso do mar, era possível ver as pessoas percorrendo quase a mesma distância da praia no píer mar adentro.

Distância esta, que faz com que o píer de Southend (2.158 m), seja considerado o mais longo do mundo.

Para visitá-lo, pode-se comprar o ingresso por 3,00 libras e ir a pé ou pagar 3,50 libras e percorrer de trem ida-volta. Valor surreal de diferença.

Na ida, percorremos de trem e o trajeto demorou dez minutos. Lá, pudemos observar a saída de um barco holândes que a preço médio de 35,00 libras, pode-se passeiar pelo rio até Londres, com o tempo de quatro horas de viagem.

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A vista da cidade e do mar no píer, vale muito a pena. E somente ali é possível ter a total grandeza de sua distância em relação a praia.

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Já a volta, devido o intervalo de meia-hora que teríamos que esperar se quiséssemos voltar de trem, resolvemos fazer a pé.

Embora cansativo, a sensação de ir apreciando o mar e toda aquela paisagem foi recompensadora. E para a minha alegria, a aposta que fiz com o Carlos, de que chegaríamos primeiro que o trem, caso ficássemos esperando, deu certo. Em trinta minutos chegamos a praia e o trem ainda estava para sair do píer.

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Southend também, conta com um parque de diversões na praia, com atrações para todas as idades e casas de jogos eletrônicos do outro lado do calçadão.

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Agora, se me perguntarem qual das duas praias até agora mais gostei, fico com Southend pela sensação mas próxima das pessoas curtirem como no Brasil.