Blues em Londres

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Blues???

Hã?

Sinceramente, se me perguntassem o quanto eu entendo de Blues, minha resposta é nada! Porque sinceramente, Blues só ouvi em alguns filmes americanos e olhe lá.

Mas, como nunca é tarde para aprendermos coisas novas, porque não aproveitar o aniversário de uma amiga querida e ir ao um bar de Blues em Londres?

Localizado no Soho, o Ain’t Nothin But é considerado um dos melhores bares de Blues da Inglaterra.

Confesso, que se você for pelo tamanho do local, se decepcionará logo na porta  – é minúsculo! Mas, a música e a animação são super contagiantes. Impossível ficar parado! Ainda mais, se você estiver cercado de amigos e deixar o som te levar…

Super aprovado!

Dançamos do início ao fim (08h30min – 02h30min) e ainda depois, tivemos pique para andar pela cidade e pararmos no primeiro chinês “xing ling” para forrar os estômagos – Hung’s Chinese Restaurant.

Arrisca tradução na coluna da esquerda?

Claro, o resultado não poderia ter sido dos melhores para alguns no dia seguinte, mas isso já é outra história…

Noodles com camarão, para não ter erro

Delirium Café

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Delirium Café? Já ouviu falar?

E se eu te disser que este nome está no Guinness Book, desde 2004, como a casa com a maior carta de cervejas do mundo – 2004 rótulos. Pode acreditar, ela existe e fica na Bélgica.

O Delirium Café é de propriedade dos mesmos donos da cervejaria Huyghe, responsável pela Delirium Tremens.

Localizado próximo a Praça Grand Place, entre os restaurantes do centro, o Delirium Café se destaca não somente pela sua extensa e curiosa carta de cervejas, mas, também, por contar com um ambiente diferente para um “bar”. 

O local de três andares possui espaços completamente diferentes entre si: 

– Primeiro andar: ambiente calmo com maior parte do público estrangeira, com todas as cervejas na pressão.

– Térreo: Um enorme salão de seis ambientes com 30 torneiras de cerveja na pressão, sem nenhum garçom, parecido com um pub inglês.

– Subsolo: espaço menor, porém o melhor. Um ambiente com música alta, com garçons atrás do balcão e mais de quinze geladeiras. As mesas em formatos de barril e sua decoração desde as paredes até o teto estão repletas de rótulos e marcas de cervejas. Tudo isso sem contar, que a “carta de cervejas” nada mais é do que um catálogo com todas as opções e preços que o local oferece (catálogo a venda por 5 euros). 

O local está sempre lotado! E o mais engraçado é que por mais que alguns extrapolem na dose, não tem bêbado te enchendo ou briga. Todo mundo quer só uma coisa: se divertir! 

Diversão esta que já começa no catálogo, que abrange mais de 60 países do mundo, em opções e muitos, mas, muitos sabores exóticos e excêntricos. 

Com isso, você se depara com cervejas tradicionais belgas, cerveja de sabores (morango, manga, frutas, coco, banana, mel…), cerveja de Vinho, cerveja de Cactos, cerveja de alto teor alcoólico (8%, 9,5% até 11,3% no caso da belga – Rochefort 10), cerveja de nomes engraçados, cervejas brasileiras (Brahma, Antarctica, Skoll), cerveja St. Feulien Blonde (eleita a melhor abadia do mundo pelo World Beer Award – 2010), cerveja de Chocolate, Delirium Tremends, cerveja, cerveja, cerveja… 

A cerveja que inspirou a marca foi considerada em 1998 como a melhor cerveja do mundo, pelo World Beer Championship.
Foto site: ffffunny.com

Opções são o que não faltam. Todas servidas em copos diferentes, com várias texturas, coloração e sabores. Quanto aos preços? Bem mais baratos do que um pint em Pub inglês! Em média 2,5 – 5 euros. 

Você encararia a cerveja do corno? Olha o copo

E você pensa que o Delirium Café acaba por aqui? Não! 

O símbolo e nome da marca (Delirium Tremens – elefante cor de rosa) estão relacionados com psicose causada pela abstinência ou suspensão alcoólica, que pode causar alucinações e tremedeiras.

Hoje, a marca é um complexo – Delirium Village (aos arredores), com sete submarcas acopladas e filiais no Rio de Janeiro (2010) e no Japão (2011). 

São elas: 

– Delirium TapHouse: local com 27 cervejas on tap (na torneira)  semanalmente mudando, o que totaliza 250 tipos por ano. 

– Little Delirium Café: local com 30 cervejas on tap (na torneira), coquetéis e 200 spirits. 

– Delirium Monasterium: local com 100 cervejas entre de Abbey & Trappist (abadia e trapistas), 10 on tap (na torneira) e 400 opções de vodkas. 

– Delirium Hoopy Loft: local com cervejas mais intensas e amargas. Maior parte de origem escocesa, holandesa, italiana e dinamarquesa. 

– Floris Garden: mais de 800 opções de cachaças, rum, coquetéis e piscos. 

– Floris Tequila: o próprio nome já diz. Mais de 500 opções de Tequilas e Mescal (destilada uma única vez, quando a tequila é duas ou três). 

– Floris Bar: mais de 400 tipos de absintos e 300 uísques.

E depois de tudo isso a pergunta: O que você bebeu?

Nada mais, nada menos do que 1/2 copo de cerveja de morango. Afinal, quem me conhece sabe odeio cerveja! E sinceramente, bebida não é meu forte.

Para mais informações Delirium Café (Bélgica).

Dia de restaurantes

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O que era para ser um encontro de amigos se tornou um engorda dividido.

Imaginem, um dia em Londres com três casais em três restaurantes diferentes?

Nada foi programado, planejado ou premeditado. No entanto, aconteceu. Afinal, com tanto assunto para colocar em dia e passear sem destino pela cidade só poderia render nisso.

Primeira parada: Tia Maria Tapioca House

Localizado na região de Vauxhall, onde funcionava um antigo pub, Tia Maria é um restaurante típico de comida brasileira. 

Com pratos prontos e petiscos que variam entre picanha, carne de sol, frango a passarinho, entre outros, o restaurante também é o único lugar da cidade que eu conheço, possível de encontrar tapiocas doces e salgadas. 

Seus preços, se comparados as suas porções são bem agradáveis, além de ser possível curtir de quarta a domingo música ao vivo. 

O único ponto, em minha opinião que o restaurante deixou e muito a desejar foi o tempo de serviço (mais quarenta minutos depois do pedido feito). Principalmente, se tratando de um domingo, em horário de almoço e o restaurante não estando cheio. 

PS: as fotos do Tia Maria foram retiradas do site do restaurante.

De lá, seguimos pela cidade até que a galera cansada de andar, resolveu parar para repor o líquido perdido na caminhada.

E como opção o Vapiano foi o local escolhido. 

Se eu contasse que o restaurante é bom como gastronomia, estaria mentindo, porque não pedimos nenhum prato. Foram horas de conversa jogada fora, literalmente. Já que o ambiente é super agradável. Sendo possível sentar com mantas no jardim e ficar assistindo a vida passar.

PS: tenho que voltar para analisar essa culinária italiana.

Por fim, dá-lhe andar, andar, parar, fotografar, rir e explorar o que de melhor Londres tinha a nos oferecer naquele momento. Que se não fosse a fome geral da galera naquela hora,  nosso passeio teria ido mais longe (garanto que mesmo assim, andamos pacas).

Então dá-lhe recarregar as energias!

E o Zizzi (Ristorante) foi a opção.

Com várias filiais espalhadas por Londres e pelo Reino Unido, o Zizzi é um restaurante de comida italiana, onde não só os pratos agradam, mas o bolso também. Sem contar, que fomos privilegiados de terminar o dia jantando em uma mesa com esta paisagem. 

O Fado – um restaurante português em Londres

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Tentei juro que tentei e não consegui. Acabei sendo vencida pelo estresse e pelo tempo.

Assim, foi minha frustrada tentativa de sair hoje, as compras. Ok, ok, que estamos há quase um mês para o Natal, mas, isso não é motivo para todo mundo achar que vão acabar as “falsas” promoções ou o estoque das lojas.

Perdi a paciência na primeira loja que entrei e quando resolvi sair e procurar outra, o tempo do lado de fora, parecia dez da noite. Totalmente escuro, com frio, vento e eram só quatro da tarde. Só pode ser palhaçada, né?

E se nessa hora, já tinha um grande motivo para voltar para casa, receber uma ligação do marido convidando para jantar no restaurante que eu escolhesse, então… nem perdi tempo de pensar, né. Só tive trabalho em decidir entre tantos, o eleito da noite.

Por isso, saímos com duas opções: argentino ou português. Afinal, se nenhum dos dois tivesse vaga, o máximo que aconteceria seria pararmos no Burger King (ahahahahahahah).

O argentino que era minha primeira opção estava lotado, sem previsão sequer de espera. Já no português, o garçom por pouco também não me fala que só com horário marcado. No entanto, após alguns minutos dialogando na nossa língua estávamos sentados.

O Fado é um restaurante português, localizado no subsolo de um prédio próximo a Harrold’s. Com garçons brincalhões e música ao vivo, as origens lusitanas são bem retratadas nas paredes e em sua decoração.

E a comida? Aprovada na primeira garfada, principalmente, o prato principal – o bacalhau.

O que fez encerrar essa louca sexta-feira com gosto de quero mais!