Roteiro de lua de mel

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Ufa, essa deu trabalho! Mas, depois de mil rotas, alternativas, indecisões e planejamentos, enfim, fechamos o roteiro de lua de mel: China, Vietnam e Tailândia aí vamos nós!

Agora, só nos resta cruzar os dedos e fechar as malas e em poucos dias as primeiras experiências no continente asiático.

A sede da FIFA

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Pensa em um esporte de origem inglesa, que virou paixão internacional e que somos Pentacampeões!

Preciso dizer?

Agora, pensa em um marido super apaixonado pelo esporte estando na capital e sede da maior federação do assunto – a FIFA.

Fundada em Paris no dia 21 de maio de 1904, a Federação Internacional de Futebol Associado (FIFA), tem sua sede hoje, em Zurique.

Localizada próximo ao zoológico da cidade, seu acesso é super rápido com os meios de transportes (ônibus) e sua entrada é gratuita.

A Federação que ocupa o segundo lugar em quantidade de associados, 208 território/membros, superando a ONU e perdendo somente para a Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF) com 212 membros, é responsável por dirigir não só o futebol de campo/associado, mas também, o futsal e o futebol de areia.

Trabalhando em conjunto com seis confederações continentais – UEFA (Europa), AFC (Ásia), CAF (África), OFC (Oceania), CONCACAF (Ámérica do Norte, América Central e Caribe) e CONMEBOL (América do Sul), as mesmas só podem organizar as competições se seguirem as regras e especificações impostas pela FIFA. Que dentre todas as competições, sem dúvida, a de maior destaque é a Copa do Mundo.

Com um projeto de construírem futuramente um Museu do Futebol em sua sede, hoje, é possível no hall de entrada (único lugar aberto ao público), se deparar com as mais importantes taças e bolas das competições, além de trazer como recordação a revista mensal da FIFA.

E se por ventura, você tiver a curiosidade de achar sua bandeira ou país na confederação, logo na escadaria de acesso a sede, todos os representantes, estão gravados nos degraus em ordem alfabética. Ou para ficar, ainda mais fácil, no campo de futebol ao lado, todas as bandeiras estão hasteadas uma ao lado da outra.

Ficou fácil, não?

Zurique

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Qual é a primeira coisa que você pensa quando ouve Zurique?

No meu caso, seria impossível não remeter a cidade a seus bancos, capital financeira e todos os filmes americanos onde os milionários escolhem Zurique para depositarem seu capital.

A nossa chegada na cidade foi super tranquila, cruzando belíssimas paisagens, a Suíça é fascinante a cada curva na estrada.

Isso sem falar, dos seus enormes túneis… Em média 5 km cada.

A cidade é super fofa, embora, que considerada grande para os padrões suíços, é possível conhecê-la em um dia.

Suas “atrações turísticas”, assim, como as outras cidades não são os pontos ápices do passeio. Afinal, na Suíça posso definir bem, que sua natureza, cultura e qualidade de vida se sobressaem perante qualquer ponto turístico.

Quando o mais importante é viver, apreciar, sentir e observar cada lugar visto e descoberto.

No entanto, dentre suas atrações, merecem destaque: as Igrejas, o teatro de Ópera, a Estação central de Zurique, o relógio de flores, o jardim japonês, o chafariz, os museus, o zoológico e a FIFA (para os apaixonados por futebol).

E como não poderia deixar de ser, que tal descobrir um sorvete de Ovomaltine?

O maridão adorou! Já, em minha opinião muito doce.

Tudo isso mesclado ao charme suíço, rodeado de belas paisagens fazem de Zurique uma das cidades mais visitadas da Suíça.

E embora seja um país caro ao turismo, é ao mesmo tempo encantador em todos os âmbitos. Principalmente, se o assunto for belezas naturais…

Por isso, se você tiver a oportunidade de conhecer, não hesite. Vale cada centavo gasto! Melhor dizendo, milhares de centavos!

Jungfrau – Topo da Europa

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Esse passeio por si só, já valeria toda a viagem!

Conhecer os Alpes e montanhas suíças não estava nem de longe nos nossos planos. No entanto, se a oportunidade surgiu, porque não aproveitar?

Mesmo, que isso, lhe cause um ataque cardíaco a principio ou você fique sem a carteira devido o preço do ticket, este, foi um dos melhores passeios que já fiz em toda a minha vida. Valeu cada centavo! Melhor dizendo: muitos centavos!

Conhecida como a montanha mais alta da Europa, o Jungfrau (Topo da Europa) está localizado a 4.158 metros de altitude. A palavra que em alemão, quer dizer, donzela, encanta não só por suas belezas naturais, mas também, por suas atrações.

Atrações estas, que começam logo na cidade turística “base” para a subida e está localizada nos pés dos Alpes – Interlaken.

Partindo da estação de trem, o primeiro percurso dura uma hora de viagem. Passando por belíssimas paisagens e até pela pequena cidade de Wengen – 1.274 m, construída no meio dos Alpes.

Após a troca de trens, a viagem de duração de mais uma hora, faz duas paradas nas estações intermediárias (Eigerwand – 2.865m/ Eismeer – 3.160m), antes, de chegar ao seu destino – Jungfraujoch 3.454 m.

A partir daí, a mãe natureza se encarrega do resto…

Complexo com observatório ao fundo no topo

Sinceramente, seria impossível descrever a sensação de estar em um lugar que nem Jungfrau.

Com neve quase todos os dias do ano, devido sua altitude – o espetáculo dispensa comentários. Por isso, nesse post, as imagens literalmente irão descrever melhor do que mil palavras.

Só para se ter uma breve idéia, a beleza da região foi declarada pela UNESCO-patrimônio natural da humanidade.

Preciso dizer mais?

A estação de trem que este ano 2012, completa seu centenário, demorou dezesseis anos para ser construída. O caminho de doze quilômetros, sendo, sete só por dentro das rochas alpinas até a estação, possui hoje, uma maravilhosa engenharia.

Engenharia esta, que além das duas paradas no interior das montanhas, conta também com restaurante, correio, museu, observatório, estações de rádio, estação meteorológica e de pesquisa, além do palácio de gelo.

Parecido com um conto da Disney em plena terra suíça, o palácio construído na caverna, com seus 1.000 m², encanta e fascinam adultos e crianças.

Escavado com o uso de serras e machados de gelo, o trabalho nunca chega a um fim. Sem contar, que para preservar e manter as belíssimas esculturas construídas, a caverna é mantida artificialmente a menos três graus centígrados, tendo suas paredes, corredores e o teto recortados periodicamente.

O complexo possibilita também, muitos visitantes a terem seu primeiro contato com a neve. Seja na sua plataforma, ou no Sphinx (observatório a 3.571m).

Na plataforma, além dos esportes que podem ser praticados com os guias, também é possível caminhar (50 min) pela montanha e chegar ao Glacier Plateau (ponto mais alto da geleira de acesso ao turista, que está localizado um abrigo/restaurante), muito utilizado pelos guias e alpinistas.

Plataforma

Já no Sphinx, o observatório em astronomia e astrofísica é considerado o ponto mais alto do complexo. Nele, em dias mais claros é possível enxergar os Alpes nos países vizinhos (Itália e Alemanha).

E alguém pensa que o passeio acabou?

Claro que não. Inaugurado recentemente, a última atração do complexo (Abril 2012), o Alpine Sensation (Sensação Alpina), foi criado para homenagear todas as pessoas que contribuíram para a construção de Jungfraujoch.

Nomes das pessoas mortas nas escavações

Além desta atração, o turista este ano, em comemoração ao centenário ganha um passaporte (com dados e pontos do complexo), que pode ser carimbado na página final, com a data e hora que você esteve no Jungfraujoch.

E embora, este tenha sido o “passaporte” mais caro (R$ 450,00), já pago por esta blogueira, não posso deixar de frisar mais uma vez, o quanto deslumbrante foi o passeio.

Anualmente, usufruído por meio milhão de turistas. Ok, que só de chineses pode se calcular uns setenta por cento, mas isso não é nenhuma novidade.

PS: a subida para o complexo pode ter feita também pelo outro lado da montanha. Para mais informações, acesse o site.